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ESPERANDO BONIFÁCIO DE ANDRADA

Política


3/10/2017

Mauro Benevides, Jornalista e deputado
Há uma natural expectativa em torno do Parecer a ser emitido, na Comissão de Justiça da Câmara, pelo deputado BONIFÁCIO DE ADNRADA, já que Governo e Oposição começam a articular-se para deliberar em torno da Denúncia contra o Primeiro Mandatário e dois de seus Ministros, numa pendência rumorosa que vem agitando os círculos congressuais e a mídia, à espera de deslindar-se mais essa tentativa do ex-titular da Procuradoria Geral da República, em reiterado posicionamento que não logrará êxito na etapa anterior, de enorme repercussão, com a vitória do situacionismo.
Detentor de doze mandatos parlamentares, vindo das Alterosas com demonstrações inequívocas de competência, na Câmara sempre esteve vinculado, regimentalmente, à Comissão de Justiça, relatando proposições complexas e apresentando projetos de sua lavra, com temas políticos de inquestionável relevância.
Como sempre foi de seu pendor judicante naquele Órgão Técnico, jamais antecipou a sua decisão, esperando para fazê-lo nos instantes determinados pelo Regimento Interno, cabendo-lhe, como é natural, a incumbência de responder interpelações e aclarar dúvidas que pudessem remanescer de suas iniciativas.
Tornou-se acatado ali e, por extensão, no próprio Plenário, como agora deverá ocorrer, dentro dos prazos estipulados pelo Regimento e incluídos na Ordem do Dia da própria Comissão e, em seguida no, Plenário, em sua soberania decisória.
Para ele se voltam as vistas da Oposição, ninguém podendo irrogar à sua face a increpação – que seria gritantemente injusta – de desqualificação para cumprir a delicada missão, atribuída pelo dirigente máximo da CCJ, conterrâneo seu e conhecedor, também, de sua qualificada condição para o encargo que lhe fora delegado.
É bem possível que, antes do espaço de tempo disponível, ele venha a antecipar a peça jurídica, a qual certamente emanará da sua experiência e lucidez, ensejando a que, respeitados os trâmites subsequentes, o Plenário venha a decidir soberanamente, dentro do rito procedimental, conduzido por Rodrigo Maia.
Como bom mineiro, ele não adiantará, nem mesmo para os mais próximos, o teor de sua manifestação, resguardando-se para a leitura da peça produzida conscientemente, passando ser a matéria apreciada pela Comissão e, a seguir, pelo voto soberano dos 513 componentes daquela Casa, que este colunista teve a honra de pertencer, em cinco legislaturas.

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fonte: www.sustentabilidadebrasil.com

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