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VISLUMBRE DE QUADRA INVERNOSA

Meio Ambiente


22/2/2017

Mauro Benevides, Jornalista e deputado
Numa retrospectiva alusiva a fatos ocorridas há quatro décadas, um jornal citadino destaca, em coluna específica, veemente pronunciamento feito por este colunista na tribuna do Congresso Nacional, clamando por providências governamentais que estimulem a precipitação de chuvas no interior do Nordeste, objetivando impedir nova fase de carência de quedas pluviométricas, sem o que o Nordeste voltaria a reviver quadra dramática, capaz de ensejar o êxodo dos sertanejos para outras plagas, objetivando sobreviver, em condições humanas mais razoáveis.
Como ainda perdura mera expectativa apenas de chuvas esparsas, a breve retrospectiva motivou inserções em meu facebook, o que comprova a expectativa que domina a opinião pública do Polígono, sobre a efetivação do inverno, após quatro anos de seca implacável, dizimando plantações, já que os carros pipa não são eficientes para uma cobertura maior dos longos trechos desprovidos de assistência, por essa via, de apoio do Poder Público.
Os açudes, muitos dos quais no chamado estágio do “volume morto”, confiam nas bênçãos de S. José, no dia 19 de Março, apontado na crendice popular como marco de esperanças para a chegada do inverno capaz de pôr fim a uma fase penosa, com transtornos para a sobrevivência dos agricultores daquela faixa territorial.
Embora o DNOCS busque cumprir tarefas de sua alçada, os resultados não espelham recomposição satisfatória, compelindo as lideranças políticas a reclamar dos Poderes Constituídos apoio indispensável para a ultrapassagem desta conjuntura delicada, à espera de soluções que nunca chegam, como a transposição de águas do São Francisco, até agora inconclusas, por mais enfáticas que sejam as declarações do Ministro da Integração, Helder Barbalho, bravo lutador dessa aspiração, cujo início se operacionalizou antes de sua ascensão do Ministério que lhe foi confiado pelo Presidente Michel Temer.
O Governo Estadual, em sintonia com a Administração Federal, mantém-se atento a essa perspectiva, esperando que superemos esse período e vivamos novo e auspicioso instante de tranquilidade para os sertanejos, pressurosos por dádivas celestiais.
A chegada das chuvas passou a ser imperiosa, sob pena de acarretar maiores prejuízos ao chamado Polígono da Seca.

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