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NOVA TAXA SELIC

Economia


16/1/2017

Mauro Benevides, Jornalista e deputado
A recente deliberação do Conselho Monetário Nacional, fixando a Taxa Selic em 13%, repercutiu, favoravelmente, junto aos círculos econômico-financeiros, apontando para a perspectiva de prosseguir neste rumo nas próximas deliberações, o que terá reflexos positivos, interna e externamente, comprovando um panorama mais favorável na trilha de nosso desenvolvimento.
Há quem prognostique que a escala descendente prosseguirá, sem interrupções, a cada quarenta dias, quando o Comitê vier rever a taxa, podendo chegar, até dezembro, a um único dígito, importante para uma vitalidade que terá ressonância estimulante, tanto interna, como externamente.
Economistas qualificados, integrantes de grandes bancos e grupos empresariais portentosos começam a fazer novas reavaliações, com indicações direcionadas para um dígito – provavelmente 9% – até o final de 2017.
Os investidores tornaram-se reanimados e deixam patente a confiança de que não mais ingressaremos na insuportável escala ascendente, o que desestimularia investidores, além fronteiras, mormente quando os Estados Unidos, sob o comando de Donald Trump, podem enveredar por trilhas imprevisíveis, cabendo as demais Nações o preparar-se para enfrentar os novos desafios no contexto internacional.
Há quem vaticine que, a cada quarenta dias, quando o Comitê do BACEN retorna a essa temática, é quase tranquilo que reavaliações ocorrerão, dentro dessa salutar diretriz, numa progressão que estimulará a expansão de nossas atividades produtivas, voltando a outras fases bem mais auspiciosas por que já passou o Brasil.
No entendimento do economista-chefe do portentoso Banco Itaú, Mário Mesquita “há chance real de termos a taxa básica no patamar de um dígito, entre 2017 e 2018”.
Dentro dessa especulação, ora vaticinada, poderá o País atrair investidores, mais confiantes nas sendas econômico-financeiras do Brasil, garantindo-nos, por outro lado, posição de maior respeitabilidade diante de parceiros do G-20 e dos BRIC’s, por uma reconquista das potencialidades atraentes, que nos garantirão maior credibilidade diante dos que acompanham a evolução de nosso quadro desenvolvimentista, atropelado que estava de maneira desestimuladora, em razão das insuportáveis taxas de juros de conotação escorchante.


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